Técnicos do Ministério da Defesa realizaram visita ao setor metal mecânico em Santa Rosa – RS

Técnicos do Ministério da Defesa realizaram reunião com empresários do setor metal mecânico
Na oportunidade eles explicaram os processos para o registro de uma empresa de defesa.

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Na tarde da última quinta-feira, dia 19, os técnicos do Ministério da Defesa, Coronel do Exército, Luis Felipe Fernandes, e o Tenente Coronel da Aeronáutica, Lauri da Silva, estiveram reunidos no auditório do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Santa Rosa com empresários do setor onde na oportunidade explanaram sobre os trâmites para que uma empresa seja inserida como fornecedora ou prestadora de serviços para o Ministério da Defesa. A reunião também contou com as presenças do prefeito Alcides Vicini, da Presidente da Associação Comercial, Industrial, Serviços, e Agropecuária (Acisap), Cicília Liberali Paes e representantes do 19ºRcmec. Os técnicos destacaram que ficaram impressionados com a qualidade da mão de obra, poder de produção e alto nível tecnológico das empresas visitadas. O Tenente Coronel da Aeronáutica, Lauri da Silva destacou que o polo industrial de Santa Rosa detém todas as condições de ser um grupo aglomerado “Cluster logístico” que irá conter algumas empresas estratégicas de defesa com potencial fornecimento de peças, serviços e acessórios para as forças armadas como também vir a ser um polo industrial com potencial de exportação de produtos de defesa no qual abrange vários segmentos que não necessariamente tem aplicação direta nas forças armadas, mas, são considerados importantes e estratégicos para a defesa nacional e Santa Rosa apresentou todas as condições para contribuir conforme a demanda do país. O Tenente Coronel da Aeronáutica, Lauri da Silva, ressaltou que no atual momento é necessário cautela até mesmo para não gerar expectativas, no entanto, enalteceu o potencial no tange as áreas de componentes, fabricação de peças, e fornecimento de energia. Para o Coronel a partir de agora será necessário realizar um trabalho mais consolidado no Ministério da Defesa em Brasília para dar seguimento em futuras articulações. Nesse aspecto, a Presidente da Associação Comercial, Industrial, Serviços, e Agropecuária (Acisap), Cicília Liberali Paes, sugeriu a criação de uma comissão cujo objetivo será manter a aproximação consolidada em Santa Rosa através da visita dos técnicos. O Coronel do Exército, Luiz Felipe, salientou que ao chegar em Santa Rosa percebeu a grande concentração agrícola e isso para uma impressão que a principal arrecadação da região é oriunda da agricultura, porém, segundo ele, a finte de renda é comercial, industrial e serviços, e pelas visitas realizadas nas empresas, o Coronel afirmou que identificou o grande potencial em qualidade, recursos humanos, produtos, e a capacidade produtiva industrial estando credenciada a ser futuramente inserida na lista de empresas parceiras no Ministério da Defesa. O Presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Santa Rosa, Iraucio Amorin, acrescentou que os técnicos trouxeram para os empresários o conhecimento sobre como funciona o Ministério da Defesa, aliada a uma oportunidade que começa a ser viabilizada mesmo que o caminho ainda seja longo para haver realmente uma aproximação cujo objetivo será inserir a cidade conforme a demanda das forças armadas e consequentemente do Ministério da Defesa. Já o empresário Moacir Locatelli se mostrou entusiasmado e ressaltou que através da vinda dos técnicos, a cidade de Santa Rosa entrou em um cenário diferenciado onde novas possibilidades serão abertas com a influência direta do Ministro Osmar Gasparine Terra, que através de muitas articulações estará em visita a cidade acompanhado pelo Ministro da Defesa Raul Jugmann, fato que culmina de forma positiva para o incremento do setor metal mecânico local e regional.

Texto, reportagem e fotos- Silvio Brasil

Links úteis:

Santa Rosa (RS), 20/10/2017 – Os ministros da Defesa, Raul Jungmann, e do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, se reuniram nesta sexta-feira com lideranças empresariais do Rio Grande do Sul, para tratar de pauta conjunta com objetivo de fortalecer a indústria nacional de defesa.

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“O Ministério da Defesa está buscando integrar as cadeias produtivas tradicionais a uma produção mais associada à nossa Base Industrial de Defesa”, explicou o ministro Raul Jungmann.

Ministro Osmar Terra propõe parceria para a criação de um polo industrial de defesa no RS

 

TCC REVELA BENEFÍCIOS DA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA NA REGIÃO

TCC REVELA BENEFÍCIOS DA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA NA REGIÃO

TCC - Fema

Imagem: Entrega da cópia do TCC na Fratelli ao Sr. Moacir Locatelli

“Para a realização e viabilização deste trabalho de conclusão de curso, contei com o apoio da Fratelli Energias Renováveis e Metalurgia, a qual disponibilizou material sobre sistemas de energia solar fotovoltaica, bem como um técnico para sanar as dúvidas em relação ao tema.

O estudo foi realizado em acompanhamento a dois clientes que adquiriram na Fratelli equipamentos que permitem a captação da energia do Sol através de painéis solares fotovoltaicos e que posteriormente é transformada em energia elétrica, ambos gerando abatimento da conta de energia de uma residência e um empreendimento comercial.

Em relação à metodologia, foi feita análise da viabilidade econômico-financeira da implementação dos sistemas como alternativa de redução de custos e de diversificação, tendo sido pesquisados dois cenários de diferentes investimentos e o retorno esperado para cada um deles.

Assim, realizou-se uma pesquisa exploratória, com análise do payback , descontado o valor presente líquido e a taxa interna de retorno. Diante disso, os resultados revelaram que a implantação de energia solar fotovoltaica como alternativa para redução de custos e de diversificação energética será viável analisando os dados projetados, o valor do investimento, e seu tempo de retorno esperado.

Enfim, agradeço a Deus, à Fema por ter me proporcionado grandes momentos de aprendizado e experiências novas, agradeço a Fratelli Energias Renováveis e Metalurgia, que me abriu as portas para elaboração do meu TCC em especial ao Sr. Moacir Locatelli, que com seu vasto conhecimento e generosidade me estimularam a fazer um bom trabalho de conclusão de curso.”

Leila Hubner

Acadêmica Ciências Contábeis

FEMA – Santa Rosa

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“Foi com muito prazer que abrimos as porta das Fratelli para que a Leila pudesse obter dados suficientes que embasassem a realização do seu TCC do Curso de Ciências Contábeis na FEMA. O trabalho dela buscou defender a viabilidade de sistemas fotovoltaicos considerando dois exemplos já implantados e em funcionamento.

O primeiro caso defendido foi o retorno do investimento de um posto de gasolina (comercial) em Giruá e o segundo foi a instalação de uma residência em Santo Cristo.

Ambos tiveram a análise das contas dos anos de 2015 e 2016 e o retorno real na conta de energia, com os dados avaliados com e sem o sistema.

Foi ainda feito um comparativo do valor real de investimento, consideradas as taxas de rendimento do dinheiro em poupança e a rentabilidade do dinheiro investido em um sistema completo.

Ambos os clientes concordaram em ceder os dados para estudo e receberam uma cópia da análise, o que lhes trouxe ainda mais segurança no acerto da decisão que tomaram ao implantarem os sistemas de energia solar fotovoltaica.

Esta análise de dados nos auxiliou na calibração do software de projetos e na articulação das vendas, eis que abriu uma referência teórica para consultas futuras e estudos de caso.

Agradecemos à Leila pela confiança e parabenizamos pela dedicação e iniciativa em avançar nos estudos sobre os aspectos econômicos neste tema tão atual, que certamente abarcará um número bastante expressivo de residências e áreas empresariais neste ano de 2017!

Os estudos desenvolvidos pela Aneel estimas grandes avanços na utilização desta forma de geração de energia para os próximos anos. Além de beneficiar a natureza, a crescente demanda por mais energia, obrigará a humanidade a buscar outras fontes viáveis de geração.

Parabéns, Leila, pela visão inovadora, isto é digno de muitos elogios a você e ao corpo de professores que estão mostrando um mundo melhor e desejado por todos.”

MOACIR A. LOCATELLI

Sócio-administrador

Fratelli Energias Renováveis e Metalurgia

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TCC na integra:

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SUPERMERCADOS DE SC FIRMAM PARCERIA PARA USO DE ENERGIA SOLAR

SUPERMERCADOS DE SC FIRMAM PARCERIA PARA USO DE ENERGIA SOLAR

ACATS assinou termo de cooperação com a Engie Solar para dar descontos para instalação de placas fotovoltaicas em 2017.

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A energia elétrica representa o segundo maior custo dos supermercados em Santa Catarina, atrás apenas da folha de pagamento. Além disso, é um setor que tem telhados de sobra. Contexto ideal, segundo a Associação Catarinense de Supermercados (Acats), para incentivar o uso da energia solar nas unidades associadas. Para isso, a entidade formalizou uma parceria com a empresa Engie Solar nesta quarta-feira.

O diretor executivo da Acats, Antonio Carlos Poletini, explica que o próximo passo será montar um projeto piloto em algum supermercado de médio porte no Estado para mostrar a viabilidade. Outra medida será a realização de uma apresentação direcionada aos supermercadistas associados no início de 2017. Atualmente são 900 associados.

Segundo o diretor de Operações da Engie Solar, Rodrigo Kimura, um dos objetivos da parceria é a aquisição e instalação dos painéis de forma coletiva.

— A compra em maior escala possibilita uma redução significativa no custo dos projetos, tornando a solução solar fotovoltaica bastante atrativa — explica.

O diretor acrescenta que os sistemas de geração solar fotovoltaica têm vida útil superior a 25 anos e dependendo das condições locais de instalação, é possível chegar a uma redução de até 95% nas despesas com energia.

Poletini cita que o projeto faz parte do Programa de Eficiência Energética, criado em 2015 pela Acats.

— Não existe nenhum outro setor que tenha tantos telhados disponíveis. Então a energia solar é uma das soluções. Hoje o gasto com energia elétrica chega a representar até 4% do custo total de um supermercado.

A parceria também prevê a oferta de soluções de crédito aos supermercadistas que optarem pela implantação dos painéis fotovoltaicos.

PAÍSES EMERGENTES LIDERAM ADOÇÃO DE ENERGIA RENOVÁVEL NO MUNDO

PAÍSES EMERGENTES LIDERAM ADOÇÃO DE ENERGIA RENOVÁVEL NO MUNDO

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Se 2016 não foi lá um ano bom em muitas frentes, para as energias renováveis houve avanços significativos. Os países emergentes tomaram a liderança decisiva na adoção de fontes limpas, acrescentando 18% mais capacidade de geração de energia renovável do que as nações mais ricas.

O dado é do Climatescope, o índice anual de competitividade em energia renovável, lançado nesta quinta-feira (15) pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF). O estudo analisa o setor de energia renovável em 58 mercados emergentes na África, América Latina e Caribe.

Juntos, os emergentes adicionaram 69,8 gigawatts de nova geração de energia eólica, solar, geotérmica, entre outras, em 2015 – o equivalente à capacidade instalada de energia total na Austrália hoje.

Em comparação, os países mais ricos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) construíram 59,2 gigawatts no ano passado.

O grupo dos emergentes inclui países como China, Índia, Brasil, Chile, México, Egito e África do Sul, e reflete a atividade das renováveis em 2015, um ano que culminou na assinatura do Acordo Climático de Paris, um marco para o combate às mudanças climáticas.

América Latina e Brasil

A América Latina continua na liderança mundial, com mandatos ambiciosos de energia limpa e leilões agressivos que estimulam a implantação de projetos renováveis na região e pressionam a redução dos preços de energia solar e eólica. Segundo o Climatescope, a região garantiu US$ 21,9 bilhões em energia renovável em 2015.

Pela primeira vez em todas as três edições do estudo, o Brasil não ficou em primeiro lugar entre os países da América Latina e do Caribe no quesito atratividade para renováveis. Este ano, a liderança na região ficou com o Chile, principalmente devido ao investimento recorde, que saltou de US$ 1,3 bilhão em 2014 para US$ 3,2 bilhões em 2015.

A classificação de atratividade no Climatescope leva em conta a política de investimento em energia renovável dos países, suas condições de mercado, a estrutura do setor elétrico, o número e composição de empresas locais que operam no setor e os esforços de redução dos gases de efeito estufa.

Na nova análise, o Brasil é o segundo maior destino de investimentos em energia renovável entre os países do Climatescope. De 2006 a 2015, o país recebeu US$ 121 bilhões (R$ 251,3 bilhões) para projetos de energia limpa. Somente em 2015, o país recebeu US$ 11 bilhões (R$ 35,9 bilhões) em investimentos em energia limpa e instalou 3GW de novas usinas de energia renovável.

O estudo também destaca que o Brasil tem uma das metas mais ambiciosas de redução de emissões absolutas do mundo. Antes da reunião do clima COP21, o País se comprometeu a reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 43% abaixo dos níveis de 2005 até 2025, o que se traduzirá em uma redução de 903MtCO2e. Esse valor é três vezes a quantidade emitida em 2012 pelos 13 países da América Central e do Caribe combinados.

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O investimento em energia solar nos países analisados pelo Climatescope aumentou em 43%, chegando a US$ 71,8 bilhões em 2015. Segundo a BNEF, em questão de custos, a energia fotovoltaica (FV) agora pode competir e derrotar projetos de combustíveis fósseis em alguns países.

Associados à queda dos custos, novos modelos de negócios inovadores e uma geração de jovens empresários estão revolucionando a forma como as questões de acesso à energia são abordadas em nações menos desenvolvidas, onde 1,2 bilhão de pessoas ainda vivem sem energia elétrica.

Essa tendência é marcada pelas ascensão do “off-grid” ou “mini-grid”, que desafia a suposição de que apenas uma rede elétrica interconectada pode atender às necessidades de um país.

Segundo a BNEF, uma grande quantidade de startups que levam soluções a regiões remotas do globo é financiada por fundos privados, e ao todo conseguiram angariar mais de US$ 450 milhões ao longo de 2015.

Fonte: Exame.com, por Vanessa Barbosa

CHILE PRODUZ TANTA ENERGIA SOLAR QUE PREÇO CHEGOU A ZERO POR 113 DIAS

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CHILE PRODUZ TANTA ENERGIA SOLAR QUE PREÇO CHEGOU A ZERO POR 113 DIAS

O crescimento da energia solar no Chile tem sido tão grande que, em algumas partes do país, a eletricidade renovável chegou ao preço zero aos consumidores durante 113 dias. No ano passado, isso aconteceu por 192 dias. É esperado que neste ano o período seja ainda maior.

Mesmo que pareça uma notícia positiva, este cenário é um verdadeiro problema para a economia local. A situação expõe uma grande deficiência estrutural, que não acompanhou os investimentos em novas usinas.

Em entrevista à Bloomberg, Rafael Mateo, diretor executivo da Acciona AS, empresa de energia que tem investido no Chile, explicou que os investidores estão perdendo dinheiro. “O crescimento foi desordenado”, acrescentou o executivo, cuja empresa está aplicando US$ 343 milhões em um projeto de 247 megawatts em território chileno.

O maior problema do Chile são as redes de transmissão, dificuldade semelhante ao que acontece no Brasil, com usinas eólicas paradas por falta de estrutura para o transporte da energia. Os chilenos contam com duas grandes redes, uma central e outra ao norte do país. No entanto, elas não se conectam. Assim, o que é produzido acaba tendo que ser consumido localmente. Outro problema é a capacidade de transmissão, que nem sempre suporta a carga produzida.

Para resolver esse problema, o governo local anunciou o plano de construir uma grande linha de transmissão com três mil quilômetros, que deve ligar as duas grades de rede até 2017. Outra linha, com 753 quilômetros deve ajudar a resolver os congestionamentos e nas linhas da rede central de distribuição, onde os excedentes de energia fizeram os preços caírem a zero.

Fonte: Ciclo Vivo

ESTADO VAI INCENTIVAR ENERGIAS RENOVÁVEIS

RS lança programa de incentivo a energias renováveis

Cerimônia no Palácio Piratini marcou lançamento do programa RS Energias Renováveis

RS lança programa de incentivo a energias renováveis

O governo gaúcho lançou, nesta quarta-feira (3), em cerimônia no Palácio Piratini, o programa RS Energias Renováveis, que busca incentivar o uso de fontes eólica, solar, hidráulica, de biomassa, geotérmica e das marés (maremotriz). O projeto permitirá que pessoas jurídicas tenham acesso a linhas de crédito do BRDE e Badesul para instalação de empreendimentos geradores de energia limpa no Estado.

O BRDE disponibiliza R$ 496 milhões para linhas de crédito de empreendimentos de geração e distribuição de energias renováveis em 2016. Deste total, R$ 179,2 milhões já foram contratados. Já o Badesul oferece linhas de crédito até R$ 100 milhões.

Ao assinar o decreto que instituiu o programa, o governador José Ivo Sartori afirmou: “Trabalhamos para desburocratizar a máquina pública e abrir as portas aos investidores. O Rio Grande do Sul precisa estar em sintonia com o que há de novo. Precisa crescer para manter a competitividade”, sustentou Sartori.

O secretário de Minas e Energia (SME), Lucas Redecker, afirmou que o Rio Grande do Sul é um dos estados do País que mais estimula a geração de energias renováveis. Ele explica que o programa faz parte de um conjunto de ações que estão sendo colocadas em prática para fomentar o setor. “Nos últimos dois meses, o número de projetos de energia solar cresceu 50%, com a adesão do Estado ao convênio do Confaz, que incentiva a mini e a microgeração de energias limpas e renováveis”, afirmou.

O programa RS Energias Renováveis, criado pela SME, será supervisionado por um comitê gestor que, entre outras atribuições, será o responsável pela criação de mecanismos para a tramitação de projetos relacionados às fontes renováveis, compreendendo atividades relacionadas ao licenciamento ambiental, outorga de recursos hídricos, conexão à rede elétrica, financiamentos e comercialização de energia.

 

Karine Viana/Palácio Piratini/Divulgação/Jornal do Comércio – POA

ENERGIA –  03/08/2016

MINISTRO QUER PROGRAMA DE ENERGIA SOLAR EM HOSPITAIS E UNIVERSIDADES

BRAGA DEFENDEU EFICIÊNCIA ENERGÉTICA POR MEIO DE ENERGIAS MAIS LIMPAS.
MINISTRO RECONHECEU LIMITAÇÕES DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO.

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, anunciou que deverá ser lançado, com o apoio do BNDES, um programa de implantação de energia solar em hospitais, universidades federais e escolas técnicas. Ele disse que a implantação deverá ser de forma eficiente e moderna e cujos frutos serão exportar o modelo e gerar capacitação de profissionais no setor.

“Estamos avançados com o BNDES para lançar um programa que estamos em tratamento que estabelecerá um novo paradigma”, disse.

O ministro defendeu ainda a implantação de sistema de lâmpadas LED, mais eficientes e econômicas, para alcançar a eficiência energética no Brasil.

Braga defendeu a eficiência energética por meio de energias mais limpas e sustentáveis durante evento em São Paulo, que reuniu organizações que representam o setor empresarial para discutir as mudanças climáticas e as implicações e oportunidades diante da nova INDC brasileira, que traz as medidas a serem tomadas para reduzir e remover as emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE). A meta anunciada pela presidente Dilma Rousseff em setembro é reduzir em 37% as emissões de gases causadores do efeito estufa entre 2005 e 2025 e em 43% até 2030.

“Eu acho que o Brasil tem muitas oportunidades diante desses desafios porque tem as características naturais adequadas, nosso tamanho do ponto de vista do mercado, seja por energias renováveis e setor elétrico é muito grande na América do Sul”, afirmou.

De acordo com o ministro, o país deu provas de ser robusto no setor elétrico, com segurança energética, “mas [manter o setor elétrico] é caro, e nós precisamos vencer o desafio da energia elétrica no Brasil”.

TROCA DE TÉRMICAS POR FONTES LIMPAS

Eduardo Braga reconheceu limitações nas áreas de regulação, transmissão, distribuição, licenciamento, financiamento e distribuições de baixa tensão que precisam ser modernizadas.

Segundo ele, foram contratados 15 mil megawatts de térmicas de combustíveis e óleo diesel, de baixo rendimento, desde o começo dos anos 2000, época do racionamento de energia, e defendeu a “descontratação” desses 15 mil megawatts e substitui-los por energia moderna e limpa para deixar o sistema elétrico brasileiro competitivo nos padrões internacionais.

“O Brasil não pode ficar carregando energia que é cara, que é ineficiente do ponto de vista ambiental, que polui, e deixar de contratar energias novas, limpas, modernas por causa dessas energias que estamos carregando. Nós temos que estudar com clareza como vamos fazer as substituições dessa energia e descontratá-las quando for possível e da forma que for legal e segura de fazê-lo”, disse.

“Nós não podemos abrir mão de térmicas de base para a segurança energética, só que as térmicas de base que nós queremos são eficientes, modernas e baseadas em gás natural e combustíveis que sejam mais amigáveis do ponto de vista ambiental e do ponto de vista do custo de geração”, acrescentou.

POTENCIAL DO SETOR EÓLICO

Braga disse ainda que há grande potencial no setor eólico. “Em 5 anos o Brasil saiu de quase zero para 15% de sua matriz energética de capacidade instalada, e entre 2015 e 2018 sairá de 8 mil para 16 mil megawatts”, afirmou.

Em relação à energia solar, o ministro citou que 42 distribuidoras começaram a ser chamadas para terem contratos prorrogados por mais 30 anos com metas obrigatórias para investimento na energia de baixa distribuição.

Uma carta será apresentada ao final do evento, com propostas de ações para economia sustentável e o comprometimento do setor empresarial com as metas de redução das emissões de gases de efeito estufa.

EN 2016 URUGUAY SERÁ EL PAÍS DEL MUNDO CON MAYOR PORCENTAJE DE ENERGÍA EÓLICA

El año 2008 fue el de los primeros llamados, iniciando una curva de aprendizaje que llevó varios años y 2011 fue el año de las adjudicaciones. En 2012 se comenzaron a vislumbrar los proyectos y 2013 es el año del gran desafío logístico y la construcción de parques. Para 2016, si todo sale como está proyectado, Uruguay será el país del mundo con mayor porcentaje de energía eólica en su oferta energética.
En estos momentos, hay más de una veintena de proyectos de parques privados en etapa de autorización o ya en obra, además de los proyectos en que participa UTE, tanto parques propios como mediante leasing con operadores privados. A ello debe sumársele el proyecto anunciado meses atrás en conjunto con Electrobras de Brasil, que se desarrollará en Colonia.
Serán más de 500 aerogeneradores distribuidos por todo el territorio nacional, aunque con fuerte prevalencia de la zona sur, donde las oportunidades de inversión, junto con las características del viento, han sido determinantes.

La inversión global estimada en el sector supera los 2 mil millones de dólares, según coinciden operadores privados y representantes de gobierno, respaldados en las cifras de los costos unitarios de adquirir, montar y poner en marcha cada aerogenerador. Si bien esta actividad no es muy intensiva en generación de mano de obra, excepto en la etapa de construcción, un aspecto importante es que no menos del 25% de esa inversión queda en el país, a través de la logística, el transporte, montaje y construcción, entre otras actividades.
Esta cifra puede multiplicarse varias veces si se da el paso de elaborar algunas de las partes de los aerogeneradores en el país, segmento de actividad en el cual ya hay varios interesados.
Según Ramón Méndez, Director Nacional de Energía, las transformaciones globales en materia energética que se están llevando a cabo, involucran inversiones por 7 mil millones de dólares en los últimos años, “cinco veces por encima de la inversión promedio de energía en América Latina en conjunto”, subrayó. En ese contexto, el mayor impacto esperado corresponde a la energía eólica.

Cambio de matriz

La matriz de abastecimiento de energía para la economía uruguaya se ha caracterizado históricamente por una participación mayoritaria de energías no renovables, a través del petróleo y sus derivados, que en líneas generales ha tenido una participación de entre 50% y 60% del total. En los últimos años, se observa un aumento en la generación a través de energías renovables y el papel de la eólica se ha vuelto cada vez más relevante. Ello coincide con una década de crecimiento ininterrumpido de la economía, lo que ha tenido su correlato en la demanda de energía, tanto a nivel doméstico como desde el sector productivo. La demanda energética se expandió a una tasa promedio anual superior al 6% desde 2004 al presente, y las proyecciones de la Dirección Nacional de Energía estiman un comportamiento similar para los próximos años.

Desde 2009 está vigente un decreto que viabiliza incentivos tributarios específicos para el sector de las energías renovables, que han sido debidamente aprovechados por agentes locales e inversores del exterior. La existencia de un régimen fiscal muy atractivo para la generación eólica, determinó que casi el 80% de los proyectos promovidos por la Comisión de Aplicación de la Ley de Inversiones durante el año pasado, correspondiera a este sector de actividad. A su vez, los capitales invertidos han sido fundamentalmente del exterior, debido a la magnitud de los proyectos que escapan a la posibilidad de ser financiados, generalmente, en el mercado local. Aquellos que cuentan con capitales nacionales, están mayormente consorciados con compañías del exterior.

Al tope

Según la última programación estacional aprobada a comienzos de mayo por ADME (Administración del Mercado Eléctrico), una figura pública no estatal donde están representados el gobierno, los grandes consumidores y los generadores privados, al primero de enero de 2015 habrá 718,6 megawatts (MW) instalados provenientes de energía eólica, de acuerdo con la marcha prevista de cada uno de los proyectos. Al primero de junio de 2015, se estima que se alcanzarán los 1.039 MW; en enero de 2016, según las proyecciones, serán 1.346 MW conectados a la red de suministro de UTE.

Teniendo en cuenta que Uruguay consume en promedio, 1.100 MW y que las proyecciones indican que ese promedio se ubicará en 1.200 MW para 2016, se puede afirmar que si en algún momento estuvieran todos los parques funcionando, se podría cubrir la demanda total del país con energía proveniente del viento. “En alguna madrugada ventosa de verano, cerca del 100% de lo que se consuma puede ser cubierto por eólica”, asegura el Director Nacional de Energía. En una instancia así, “estaríamos reservando toda el agua de las represas y manteniendo todas las máquinas (térmicas) apagadas, porque no las precisaríamos”.

Más allá de esto, se espera que en promedio se pueda cubrir un 30% de las necesidades con energía eólica, cada año, lo que pondría a Uruguay como el país con mayor aprovechamiento del viento para la generación de energía. Vale la pena recordar que actualmente, los países con mayor desarrollo en la utilización de esta energía, que son Dinamarca, España y Alemania, satisfacen respectivamente el 20%, el 14% y el 12% de sus necesidades totales con esa fuente.

Generación actual

En once puntos del territorio nacional se están comenzando a montar aerogeneradores. Paralelamente, otros diez esperan la autorización ambiental. Uno más aguarda la autorización de generación.
Ya se encuentran activos y aportando a la red eléctrica nacional, los proyectos en Rocha del Grupo Bulgheroni de Argentina (Agroland y Nuevo Manantial). “Agroland” fue el primero en entrar en operaciones en marzo 2007, pero con un aporte de tan solo 0,5 MW. En junio de 2008, “Nuevo Manantial” se conectó a la red con un aporte de 13 MW. En diciembre 2008, próximo a San Carlos, en Maldonado, se sumó el primer parque de UTE, “Caracoles I” y en junio 2010 entró en funcionamiento “Caracoles II”, que en conjunto generan 20 MW a partir de 10 aerogeneradores. Además, en abril de 2011 se conectó a la red el proyecto “Magdalena” de Kentilux, 9 aerogeneradores que en conjunto generan 17,2 MW en la zona de Colonia Wilson, en San José, en una inversión de capitales nacionales asociados con la multinacional del sector Ventus. El último en entrar en funcionamiento fue el aerogenerador montado por la empresa lanera Engraw en Fray Marcos, Florida, que aporta 1,8 MW.

De esta forma, se alcanzan los 52 MW que a esta fecha están instalados y conectados a la red eléctrica nacional, con más de 40 “molinos” sumados al paisaje local.

Contra reloj

Las expectativas oficiales en cuanto al rápido avance de los proyectos, van acompañadas de las condiciones contractuales de las últimas adjudicaciones que determinan que todos quieran comenzar a generar cuanto antes.
En enero de 2011 se hizo la primera adjudicación de importancia -hubo dos llamados de escaso volumen en 2007 y 2008 con la intención de “conocer” el mercado-, cuando quedaron en carrera los proyectos del grupo Eurnekián (Fingano), Impsa (Libertador) y Teyma (Palmatir). En esa ocasión, el precio al que UTE se comprometió a adquirir esa energía fue de 84 dólares por cada MW. En el segundo llamado, en agosto de 2011, se adjudicó a un precio bastante inferior, de 63,5 dólares el MW. Allí ingresó un proyecto del grupo Otegui (Luz de Mar), uno de Sowitec (Minas I) y otro de New Energy (Agua Leguas).

El caso es que a estos últimos, se les otorgó un bono, que les aseguraba que toda la producción que se generara previo a marzo 2015, en realidad se pagaría a 110 dólares y no 63,5 dólares. Ese esquema se repitió para un nuevo llamado, a principios de 2012, en el cual se sumaron varios de quienes habían quedado afuera en instancias anteriores, e inclusive, algunos de los que ya habían logrado adjudicaciones, con nuevas iniciativas. Ante esta realidad, es de imaginar que los procesos de solicitud de autorización y posterior construcción, están siendo acelerados por sus impulsores.

Sumar valor y mano de obra a proyectos energéticos

Una incipiente implantación industrial en Uruguay vinculada con la energía eólica puede observarse a través de la fabricación de las torres de los aerogeneradores. Es el caso de Agua Leguas, en Peralta, donde las torres se armarán en el lugar, en hormigón. Con buen tiempo, una torre de hormigón de más de 100 metros puede erigirse en menos de una semana.

Desde Enercon -fabricante alemán y propietario del parque bajo la firma New Energy, junto con SEG Ingeniería de Uruguay- se asegura que las torres de hormigón permiten alcanzar una altura de 108 metros, mayor que las torres de aceroutilizadas principalmente en el sector. “Este sistema de producción evitará la complejidad y los costos del transporte” sostiene Juan Ruiz-Jarabo, gerente de Enercon Uruguay. La ubicación de la planta de producción de torres de hormigón, que se espera que esté pronta para septiembre, se hará en el mismo predio del parque y contará con 5.000 metros cuadrados de superficie y una plantilla total de 145 personas, preferentemente de la zona, al igual que las empresas proveedoras.

“Las torres de hormigón están planificadas, en principio para los parques de Peralta, ya que para establecer una producción a largo plazo es preciso contar con varios parques eólicos en la misma zona a lo largo de los años, además de incentivos claros para la creación de un tejido industrial eólico”, sostiene Ruiz-Jarabo. Una vez concluida esta etapa, es probable que la planta se traslade a Brasil para el montaje de otros parques, mientras aquí no aparezcan nuevas oportunidades.

Desde la Dirección de Industrias se evalúa la posibilidad de estimular además la presencia en el país de otras iniciativas industriales ligadas al complejo eólico, en el área metalúrgica o mecánica, aunque hasta el momento no existe ningún proyecto en concreto.

Un desafío logístico para el puerto

Las enormes piezas que componen cada aerogenerador y que ingresan por el Puerto de Montevideo, han puesto a prueba la operativa logística combinada, demandando la máxima eficiencia de la administración pública, aduana, operadores y transportistas.

Un estudio realizado por el experto Santiago Mullin para una presentación en la Asociación Uruguaya de Energía Eólica, proyectaba que en febrero 2012 se deberían mover vía puerto y carreteras, cerca de 5.500 “bultos” en referencia a las piezas de los aerogeneradores, en el transcurso de dos años y medio. Eso representaba 8-9 bultos por día hábil durante todo el período.

Gonzalo López Roldan, Comercial Ejecutivo de Montecon, explicó que en estos momentos, hay tres parques eólicos que están llevando a cabo su desembarque; en total se trata de 71 aerogeneradores, para lo cual se necesitan 3 o 4 buques, por cada caso.

“Es esencial no generar instancias de ejecución simultánea, pero en algunas ocasiones se ha dado”, explica, en referencia a la necesidad de atender más de una operación de este tipo al mismo tiempo.
“Nos encontramos en un punto verdaderamente álgido, un desafío logístico para el puerto de Montevideo”, afirmó, ante la compleja operativa en la que participan la Administración Nacional de Puertos y los operadores privados.
En Montecon, desde 2008 a la fecha se han desarrollado las operaciones de descarga de 8 proyectos eólicos, en total 103 torres -que vienen en secciones de 40 metros de largo- además de las aspas, las góndolas -donde se insertan las aspas- y las máquinas.

López Roldan sostuvo que muchas veces “las etapas de adjudicación y puesta en funcionamiento no contemplan la operativa que demandan desde el punto de vista logístico”, lo que hace más complejo el trabajo.
“Un puerto muy pequeño como el de Montevideo, para ser productivo tiene que ser muy eficiente, por lo tanto hay que evitar estadías prolongadas. En este tipo de operativas, con piezas de grandes dimensiones, es clave ser eficientes en el manejo de las cargas”, subrayó el ejecutivo.

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