Técnicos do Ministério da Defesa realizaram visita ao setor metal mecânico em Santa Rosa – RS

Técnicos do Ministério da Defesa realizaram reunião com empresários do setor metal mecânico
Na oportunidade eles explicaram os processos para o registro de uma empresa de defesa.

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Na tarde da última quinta-feira, dia 19, os técnicos do Ministério da Defesa, Coronel do Exército, Luis Felipe Fernandes, e o Tenente Coronel da Aeronáutica, Lauri da Silva, estiveram reunidos no auditório do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Santa Rosa com empresários do setor onde na oportunidade explanaram sobre os trâmites para que uma empresa seja inserida como fornecedora ou prestadora de serviços para o Ministério da Defesa. A reunião também contou com as presenças do prefeito Alcides Vicini, da Presidente da Associação Comercial, Industrial, Serviços, e Agropecuária (Acisap), Cicília Liberali Paes e representantes do 19ºRcmec. Os técnicos destacaram que ficaram impressionados com a qualidade da mão de obra, poder de produção e alto nível tecnológico das empresas visitadas. O Tenente Coronel da Aeronáutica, Lauri da Silva destacou que o polo industrial de Santa Rosa detém todas as condições de ser um grupo aglomerado “Cluster logístico” que irá conter algumas empresas estratégicas de defesa com potencial fornecimento de peças, serviços e acessórios para as forças armadas como também vir a ser um polo industrial com potencial de exportação de produtos de defesa no qual abrange vários segmentos que não necessariamente tem aplicação direta nas forças armadas, mas, são considerados importantes e estratégicos para a defesa nacional e Santa Rosa apresentou todas as condições para contribuir conforme a demanda do país. O Tenente Coronel da Aeronáutica, Lauri da Silva, ressaltou que no atual momento é necessário cautela até mesmo para não gerar expectativas, no entanto, enalteceu o potencial no tange as áreas de componentes, fabricação de peças, e fornecimento de energia. Para o Coronel a partir de agora será necessário realizar um trabalho mais consolidado no Ministério da Defesa em Brasília para dar seguimento em futuras articulações. Nesse aspecto, a Presidente da Associação Comercial, Industrial, Serviços, e Agropecuária (Acisap), Cicília Liberali Paes, sugeriu a criação de uma comissão cujo objetivo será manter a aproximação consolidada em Santa Rosa através da visita dos técnicos. O Coronel do Exército, Luiz Felipe, salientou que ao chegar em Santa Rosa percebeu a grande concentração agrícola e isso para uma impressão que a principal arrecadação da região é oriunda da agricultura, porém, segundo ele, a finte de renda é comercial, industrial e serviços, e pelas visitas realizadas nas empresas, o Coronel afirmou que identificou o grande potencial em qualidade, recursos humanos, produtos, e a capacidade produtiva industrial estando credenciada a ser futuramente inserida na lista de empresas parceiras no Ministério da Defesa. O Presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Santa Rosa, Iraucio Amorin, acrescentou que os técnicos trouxeram para os empresários o conhecimento sobre como funciona o Ministério da Defesa, aliada a uma oportunidade que começa a ser viabilizada mesmo que o caminho ainda seja longo para haver realmente uma aproximação cujo objetivo será inserir a cidade conforme a demanda das forças armadas e consequentemente do Ministério da Defesa. Já o empresário Moacir Locatelli se mostrou entusiasmado e ressaltou que através da vinda dos técnicos, a cidade de Santa Rosa entrou em um cenário diferenciado onde novas possibilidades serão abertas com a influência direta do Ministro Osmar Gasparine Terra, que através de muitas articulações estará em visita a cidade acompanhado pelo Ministro da Defesa Raul Jugmann, fato que culmina de forma positiva para o incremento do setor metal mecânico local e regional.

Texto, reportagem e fotos- Silvio Brasil

Links úteis:

Santa Rosa (RS), 20/10/2017 – Os ministros da Defesa, Raul Jungmann, e do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, se reuniram nesta sexta-feira com lideranças empresariais do Rio Grande do Sul, para tratar de pauta conjunta com objetivo de fortalecer a indústria nacional de defesa.

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“O Ministério da Defesa está buscando integrar as cadeias produtivas tradicionais a uma produção mais associada à nossa Base Industrial de Defesa”, explicou o ministro Raul Jungmann.

Ministro Osmar Terra propõe parceria para a criação de um polo industrial de defesa no RS

 

TCC REVELA BENEFÍCIOS DA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA NA REGIÃO

TCC REVELA BENEFÍCIOS DA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA NA REGIÃO

TCC - Fema

Imagem: Entrega da cópia do TCC na Fratelli ao Sr. Moacir Locatelli

“Para a realização e viabilização deste trabalho de conclusão de curso, contei com o apoio da Fratelli Energias Renováveis e Metalurgia, a qual disponibilizou material sobre sistemas de energia solar fotovoltaica, bem como um técnico para sanar as dúvidas em relação ao tema.

O estudo foi realizado em acompanhamento a dois clientes que adquiriram na Fratelli equipamentos que permitem a captação da energia do Sol através de painéis solares fotovoltaicos e que posteriormente é transformada em energia elétrica, ambos gerando abatimento da conta de energia de uma residência e um empreendimento comercial.

Em relação à metodologia, foi feita análise da viabilidade econômico-financeira da implementação dos sistemas como alternativa de redução de custos e de diversificação, tendo sido pesquisados dois cenários de diferentes investimentos e o retorno esperado para cada um deles.

Assim, realizou-se uma pesquisa exploratória, com análise do payback , descontado o valor presente líquido e a taxa interna de retorno. Diante disso, os resultados revelaram que a implantação de energia solar fotovoltaica como alternativa para redução de custos e de diversificação energética será viável analisando os dados projetados, o valor do investimento, e seu tempo de retorno esperado.

Enfim, agradeço a Deus, à Fema por ter me proporcionado grandes momentos de aprendizado e experiências novas, agradeço a Fratelli Energias Renováveis e Metalurgia, que me abriu as portas para elaboração do meu TCC em especial ao Sr. Moacir Locatelli, que com seu vasto conhecimento e generosidade me estimularam a fazer um bom trabalho de conclusão de curso.”

Leila Hubner

Acadêmica Ciências Contábeis

FEMA – Santa Rosa

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“Foi com muito prazer que abrimos as porta das Fratelli para que a Leila pudesse obter dados suficientes que embasassem a realização do seu TCC do Curso de Ciências Contábeis na FEMA. O trabalho dela buscou defender a viabilidade de sistemas fotovoltaicos considerando dois exemplos já implantados e em funcionamento.

O primeiro caso defendido foi o retorno do investimento de um posto de gasolina (comercial) em Giruá e o segundo foi a instalação de uma residência em Santo Cristo.

Ambos tiveram a análise das contas dos anos de 2015 e 2016 e o retorno real na conta de energia, com os dados avaliados com e sem o sistema.

Foi ainda feito um comparativo do valor real de investimento, consideradas as taxas de rendimento do dinheiro em poupança e a rentabilidade do dinheiro investido em um sistema completo.

Ambos os clientes concordaram em ceder os dados para estudo e receberam uma cópia da análise, o que lhes trouxe ainda mais segurança no acerto da decisão que tomaram ao implantarem os sistemas de energia solar fotovoltaica.

Esta análise de dados nos auxiliou na calibração do software de projetos e na articulação das vendas, eis que abriu uma referência teórica para consultas futuras e estudos de caso.

Agradecemos à Leila pela confiança e parabenizamos pela dedicação e iniciativa em avançar nos estudos sobre os aspectos econômicos neste tema tão atual, que certamente abarcará um número bastante expressivo de residências e áreas empresariais neste ano de 2017!

Os estudos desenvolvidos pela Aneel estimas grandes avanços na utilização desta forma de geração de energia para os próximos anos. Além de beneficiar a natureza, a crescente demanda por mais energia, obrigará a humanidade a buscar outras fontes viáveis de geração.

Parabéns, Leila, pela visão inovadora, isto é digno de muitos elogios a você e ao corpo de professores que estão mostrando um mundo melhor e desejado por todos.”

MOACIR A. LOCATELLI

Sócio-administrador

Fratelli Energias Renováveis e Metalurgia

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TCC na integra:

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SUPERMERCADOS DE SC FIRMAM PARCERIA PARA USO DE ENERGIA SOLAR

SUPERMERCADOS DE SC FIRMAM PARCERIA PARA USO DE ENERGIA SOLAR

ACATS assinou termo de cooperação com a Engie Solar para dar descontos para instalação de placas fotovoltaicas em 2017.

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A energia elétrica representa o segundo maior custo dos supermercados em Santa Catarina, atrás apenas da folha de pagamento. Além disso, é um setor que tem telhados de sobra. Contexto ideal, segundo a Associação Catarinense de Supermercados (Acats), para incentivar o uso da energia solar nas unidades associadas. Para isso, a entidade formalizou uma parceria com a empresa Engie Solar nesta quarta-feira.

O diretor executivo da Acats, Antonio Carlos Poletini, explica que o próximo passo será montar um projeto piloto em algum supermercado de médio porte no Estado para mostrar a viabilidade. Outra medida será a realização de uma apresentação direcionada aos supermercadistas associados no início de 2017. Atualmente são 900 associados.

Segundo o diretor de Operações da Engie Solar, Rodrigo Kimura, um dos objetivos da parceria é a aquisição e instalação dos painéis de forma coletiva.

— A compra em maior escala possibilita uma redução significativa no custo dos projetos, tornando a solução solar fotovoltaica bastante atrativa — explica.

O diretor acrescenta que os sistemas de geração solar fotovoltaica têm vida útil superior a 25 anos e dependendo das condições locais de instalação, é possível chegar a uma redução de até 95% nas despesas com energia.

Poletini cita que o projeto faz parte do Programa de Eficiência Energética, criado em 2015 pela Acats.

— Não existe nenhum outro setor que tenha tantos telhados disponíveis. Então a energia solar é uma das soluções. Hoje o gasto com energia elétrica chega a representar até 4% do custo total de um supermercado.

A parceria também prevê a oferta de soluções de crédito aos supermercadistas que optarem pela implantação dos painéis fotovoltaicos.

PAÍSES EMERGENTES LIDERAM ADOÇÃO DE ENERGIA RENOVÁVEL NO MUNDO

PAÍSES EMERGENTES LIDERAM ADOÇÃO DE ENERGIA RENOVÁVEL NO MUNDO

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Se 2016 não foi lá um ano bom em muitas frentes, para as energias renováveis houve avanços significativos. Os países emergentes tomaram a liderança decisiva na adoção de fontes limpas, acrescentando 18% mais capacidade de geração de energia renovável do que as nações mais ricas.

O dado é do Climatescope, o índice anual de competitividade em energia renovável, lançado nesta quinta-feira (15) pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF). O estudo analisa o setor de energia renovável em 58 mercados emergentes na África, América Latina e Caribe.

Juntos, os emergentes adicionaram 69,8 gigawatts de nova geração de energia eólica, solar, geotérmica, entre outras, em 2015 – o equivalente à capacidade instalada de energia total na Austrália hoje.

Em comparação, os países mais ricos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) construíram 59,2 gigawatts no ano passado.

O grupo dos emergentes inclui países como China, Índia, Brasil, Chile, México, Egito e África do Sul, e reflete a atividade das renováveis em 2015, um ano que culminou na assinatura do Acordo Climático de Paris, um marco para o combate às mudanças climáticas.

América Latina e Brasil

A América Latina continua na liderança mundial, com mandatos ambiciosos de energia limpa e leilões agressivos que estimulam a implantação de projetos renováveis na região e pressionam a redução dos preços de energia solar e eólica. Segundo o Climatescope, a região garantiu US$ 21,9 bilhões em energia renovável em 2015.

Pela primeira vez em todas as três edições do estudo, o Brasil não ficou em primeiro lugar entre os países da América Latina e do Caribe no quesito atratividade para renováveis. Este ano, a liderança na região ficou com o Chile, principalmente devido ao investimento recorde, que saltou de US$ 1,3 bilhão em 2014 para US$ 3,2 bilhões em 2015.

A classificação de atratividade no Climatescope leva em conta a política de investimento em energia renovável dos países, suas condições de mercado, a estrutura do setor elétrico, o número e composição de empresas locais que operam no setor e os esforços de redução dos gases de efeito estufa.

Na nova análise, o Brasil é o segundo maior destino de investimentos em energia renovável entre os países do Climatescope. De 2006 a 2015, o país recebeu US$ 121 bilhões (R$ 251,3 bilhões) para projetos de energia limpa. Somente em 2015, o país recebeu US$ 11 bilhões (R$ 35,9 bilhões) em investimentos em energia limpa e instalou 3GW de novas usinas de energia renovável.

O estudo também destaca que o Brasil tem uma das metas mais ambiciosas de redução de emissões absolutas do mundo. Antes da reunião do clima COP21, o País se comprometeu a reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 43% abaixo dos níveis de 2005 até 2025, o que se traduzirá em uma redução de 903MtCO2e. Esse valor é três vezes a quantidade emitida em 2012 pelos 13 países da América Central e do Caribe combinados.

Solar

O investimento em energia solar nos países analisados pelo Climatescope aumentou em 43%, chegando a US$ 71,8 bilhões em 2015. Segundo a BNEF, em questão de custos, a energia fotovoltaica (FV) agora pode competir e derrotar projetos de combustíveis fósseis em alguns países.

Associados à queda dos custos, novos modelos de negócios inovadores e uma geração de jovens empresários estão revolucionando a forma como as questões de acesso à energia são abordadas em nações menos desenvolvidas, onde 1,2 bilhão de pessoas ainda vivem sem energia elétrica.

Essa tendência é marcada pelas ascensão do “off-grid” ou “mini-grid”, que desafia a suposição de que apenas uma rede elétrica interconectada pode atender às necessidades de um país.

Segundo a BNEF, uma grande quantidade de startups que levam soluções a regiões remotas do globo é financiada por fundos privados, e ao todo conseguiram angariar mais de US$ 450 milhões ao longo de 2015.

Fonte: Exame.com, por Vanessa Barbosa

CHILE PRODUZ TANTA ENERGIA SOLAR QUE PREÇO CHEGOU A ZERO POR 113 DIAS

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CHILE PRODUZ TANTA ENERGIA SOLAR QUE PREÇO CHEGOU A ZERO POR 113 DIAS

O crescimento da energia solar no Chile tem sido tão grande que, em algumas partes do país, a eletricidade renovável chegou ao preço zero aos consumidores durante 113 dias. No ano passado, isso aconteceu por 192 dias. É esperado que neste ano o período seja ainda maior.

Mesmo que pareça uma notícia positiva, este cenário é um verdadeiro problema para a economia local. A situação expõe uma grande deficiência estrutural, que não acompanhou os investimentos em novas usinas.

Em entrevista à Bloomberg, Rafael Mateo, diretor executivo da Acciona AS, empresa de energia que tem investido no Chile, explicou que os investidores estão perdendo dinheiro. “O crescimento foi desordenado”, acrescentou o executivo, cuja empresa está aplicando US$ 343 milhões em um projeto de 247 megawatts em território chileno.

O maior problema do Chile são as redes de transmissão, dificuldade semelhante ao que acontece no Brasil, com usinas eólicas paradas por falta de estrutura para o transporte da energia. Os chilenos contam com duas grandes redes, uma central e outra ao norte do país. No entanto, elas não se conectam. Assim, o que é produzido acaba tendo que ser consumido localmente. Outro problema é a capacidade de transmissão, que nem sempre suporta a carga produzida.

Para resolver esse problema, o governo local anunciou o plano de construir uma grande linha de transmissão com três mil quilômetros, que deve ligar as duas grades de rede até 2017. Outra linha, com 753 quilômetros deve ajudar a resolver os congestionamentos e nas linhas da rede central de distribuição, onde os excedentes de energia fizeram os preços caírem a zero.

Fonte: Ciclo Vivo

ESTADO VAI INCENTIVAR ENERGIAS RENOVÁVEIS

RS lança programa de incentivo a energias renováveis

Cerimônia no Palácio Piratini marcou lançamento do programa RS Energias Renováveis

RS lança programa de incentivo a energias renováveis

O governo gaúcho lançou, nesta quarta-feira (3), em cerimônia no Palácio Piratini, o programa RS Energias Renováveis, que busca incentivar o uso de fontes eólica, solar, hidráulica, de biomassa, geotérmica e das marés (maremotriz). O projeto permitirá que pessoas jurídicas tenham acesso a linhas de crédito do BRDE e Badesul para instalação de empreendimentos geradores de energia limpa no Estado.

O BRDE disponibiliza R$ 496 milhões para linhas de crédito de empreendimentos de geração e distribuição de energias renováveis em 2016. Deste total, R$ 179,2 milhões já foram contratados. Já o Badesul oferece linhas de crédito até R$ 100 milhões.

Ao assinar o decreto que instituiu o programa, o governador José Ivo Sartori afirmou: “Trabalhamos para desburocratizar a máquina pública e abrir as portas aos investidores. O Rio Grande do Sul precisa estar em sintonia com o que há de novo. Precisa crescer para manter a competitividade”, sustentou Sartori.

O secretário de Minas e Energia (SME), Lucas Redecker, afirmou que o Rio Grande do Sul é um dos estados do País que mais estimula a geração de energias renováveis. Ele explica que o programa faz parte de um conjunto de ações que estão sendo colocadas em prática para fomentar o setor. “Nos últimos dois meses, o número de projetos de energia solar cresceu 50%, com a adesão do Estado ao convênio do Confaz, que incentiva a mini e a microgeração de energias limpas e renováveis”, afirmou.

O programa RS Energias Renováveis, criado pela SME, será supervisionado por um comitê gestor que, entre outras atribuições, será o responsável pela criação de mecanismos para a tramitação de projetos relacionados às fontes renováveis, compreendendo atividades relacionadas ao licenciamento ambiental, outorga de recursos hídricos, conexão à rede elétrica, financiamentos e comercialização de energia.

 

Karine Viana/Palácio Piratini/Divulgação/Jornal do Comércio – POA

ENERGIA –  03/08/2016